Lá pelo ano de 2012, mais especificamente no dia 21 de junho, fui com algumas amigas assistir à uma palestra do jornalista Gilberto Dimenstein, da Folha de São Paulo, sobre Jornalismo Comunitário. De tudo que foi dito muito ainda é tão atual que esta postagem poderia ser até mesmo de hoje. Confira abaixo: Ele iniciou dizendo que já conquistou todos os prêmios que sua carreira poderia lhe dar. Ou seja, já chegou ao topo. Pobres daqueles que ainda nem conseguem um mísero emprego na área...Bem, mas mudemos o rumo. Este jornalista, com sua vasta experiência, disse que sempre foi um aluno vagal, boêmio. E até pensou em seguir a carreira de medicina ou sacerdotal. Mas o seu perfil não condizia com nenhuma das duas profissões e escolheu então fazer com as palavras a medicina da cura, da confidência, satisfazendo assim seu desejo inicial de ser médico ou padre. Gilberto diz que o bom repórter tem que ter sensibilidade para tragédia, gostar de má notícia, perceber onde está a sacanagem, o ...