Como jornalista do jornal Maré de Angra dos Reis, estava a fazer uma série de artigos sobre medicina integrativa. E acabei chegando também a um convite para uma palestra promovida por membros da Eubiose, sobre quiromancia. Era o ano de 2002. E, após explanação do estudioso do tema, ao final, ele ofereceu para ler as mãos dos presentes. Eu, claro, também pedi que lesse a minha. Entre outras previsões que ele me alertou, disse que eu faria uma viagem transatlântica na meia idade. Não relatei tal premonição a ninguém, pois queria ver se aconteceria sem a influência de alguém. Pensava que se dissesse poderia fazer com que meu marido, sempre pronto a realizar meus desejos, se dispusesse a financiar a viagem, mesmo estando nós, sempre em grandes dificuldades econômicas. Então, um dia, dentro de um hotel em Ribeirão Preto, na hora do café da manhã, junto à minha família que lá compareceu para assistir à formatura de Filippe, em Direito, na universidade federal daquela c...