Porque os homens fogem mais das prisões do que as mulheres
Hoje meu interesse é sobre mulheres na prisão e suas fugas. Pois é, estava refletindo sobre esta questão e percebi que quase todas as notícias de fuga das cadeias é sempre sobre homens que se rebelam, cavam túneis para fora da cadeia e escapam.
Será que isto pode ser explicado pela antropologia? Vejamos. Desde os primórdios da civilização, em quase todas as civilizações eram os homens que saíam para caçar, lutar, conquistar novas terras. As mulheres ficavam em casa cuidando e protegendo a prole.
Talvez por isso seja mais difícil para os homens ficar em espaço confinados pois sempre foram para 'fora de casa'.
Já as mulheres cuturalmente são mais propícias a aceitar a clausura e ser mais subservientes, conformadas com a situação.
De qualquer forma, a repressão da liberdade não é boa para ninguém, mas acredito que as mulheres preferem ficar mais quietas esperando ser soltas do que se arriscar por um mundo mais difícil de uma fugitiva.
É grande o número de condenadas. Há 10 anos, 3% de toda a população carcerária brasileira era composta por mulheres. Hoje, são quase 7% dos 360 mil presos em todo o país. Este grupo tem certas características. Entre os homens, o principal motivo das prisões segue sendo o roubo (65% dos casos), segundo o último censo penitenciário, feito há dois anos. É seguido do tráfico, com 18%.
Será que isto pode ser explicado pela antropologia? Vejamos. Desde os primórdios da civilização, em quase todas as civilizações eram os homens que saíam para caçar, lutar, conquistar novas terras. As mulheres ficavam em casa cuidando e protegendo a prole.
Talvez por isso seja mais difícil para os homens ficar em espaço confinados pois sempre foram para 'fora de casa'.
Já as mulheres cuturalmente são mais propícias a aceitar a clausura e ser mais subservientes, conformadas com a situação.
De qualquer forma, a repressão da liberdade não é boa para ninguém, mas acredito que as mulheres preferem ficar mais quietas esperando ser soltas do que se arriscar por um mundo mais difícil de uma fugitiva.
É grande o número de condenadas. Há 10 anos, 3% de toda a população carcerária brasileira era composta por mulheres. Hoje, são quase 7% dos 360 mil presos em todo o país. Este grupo tem certas características. Entre os homens, o principal motivo das prisões segue sendo o roubo (65% dos casos), segundo o último censo penitenciário, feito há dois anos. É seguido do tráfico, com 18%.
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